O jardim no condomínio é motivo de discórdia quando:
São gastos valores injustificados e altos ou pela ausência de profissionalismo.
Ao planejar o jardim, o gramado deve ocupar o maior espaço.
Dá amplitude, facilita a manutenção e a limpeza, evita a proliferação de aracnídeos (aranhas, escorpiões e ácaros) e mosquitos (pernilongos).
A vegetação densa atrai vetores, que servem de veículo ou intermediário para os germes patogênicos e parasitas , que provocam sérias enfermidades.
A madeira na ornamentação deve ser evitada pelos inconvenientes mencionados e por favorecer o alojamento dos cupins.
Os detalhes ornamentais, pequenos e distanciados realçam o paisagismo.
As plantas tendem ocupar o espaço na extensão e na altura.
Para manter o valor decorativo, os ramos que brotam devem ser removidos e os galhos aparados com alicate.
Se os galhos, pela poda errada, ficam expostos não resistindo a poda curta, a solução é replantar.
As mudas são de pequeno valor, não justificando orçamentos elevados.
As compradas com tamanho pequeno, têm um período decorativo maior. Podem ser reaproveitadas as que estão no próprio jardim.
A planta dentro do vaso fixado no jardim, facilita o controle e aumenta a vida útil decorativa.
Porém, deixar somente a borda do vaso aparecendo.
A diária de jardineiro são baratas.
A prioridade é evitar a vegetação espessa e as plantas hospedeiras dos aracnídeos e mosquitos (pernilongos - dengue).
A vegetação correta não obstrui as luminárias, amplia a visão, facilita a segurança no condomínio.
Os arbustos e árvores plantados próximos aos muros e paredes, causam rachaduras e danos às juntas de dilatação, cujo tratamento é de alto custo.
Não são indicados na jardinagem condominial e moderna: a grama preta, fícus, bambus, moréias, dracenas, bromélias, que retêm água entre as suas folhas, e são hospedeiras das larvas dos mosquitos.
Pelos inconvenientes apontados, são incompatíveis no jardim do condomínio, as treliças, madeiras, anões, ovos jurássicos, carrinhos, pedras, vasos sobrepostos, etc.
As paredes compõem a beleza da arquitetura do prédio e não devem ficar escondidas com plantas. O gramado é que deve chegar até elas.
Tratando-se os jardins condominiais espaços comuns, deve-se evitar os jardins personalizados e os autobiográficos.
É responsabilidade do síndico, manter no condomínio a saúde, o patrimônio, a segurança, a estética e a qualidade de vida.
Respostas às consultas :
1 - Encontra-se na Capital de São Paulo, um Pavilhão de Abastecimento - CEASA, distribuidor de plantas, que funciona às 3as. e 6as. feiras, à partir da madrugada até 10:00 horas da manhã.
A ABRACOND fez parceria com produtores e fornece aos condomínios as plantas com preços diferenciados.
2 - A orientação profissional acima exposta, é a ideal para ser seguida pelos condomínios, clubes, associações e entidades responsáveis por uma coletividade.
3 - Existe diferença entre a jardinagem profissional e a doméstica. A jardinagem profissional deve observar os preceitos expostos. A jardinagem doméstica fica numa negociação entre as partes. É comum acontecer, a prestadora de serviço convencer o cliente a comprar, mesmo contrário ao seu interesse, o maior número de plantas e adornos de difícil manutenção, visando maior lucro no sobre-preço das plantas e obter maiores honorários. São os jardins de vegetação espessa e os chamados : jardins da vovó.
Muito cuidado na contratação dos serviços de jardins. Existem muitas pessoas que sem qualquer profissionalismo estão aplicando golpes nos condomíonios, implicando em prejuízops materiais e pessoais.
Não caia no logro.
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Mais sobre a dengue...
Autoridades fazem alerta sobre os riscos da doença, que a cada ano volta com mais violência, sendo que o mosquito Aedes Aegypti está trazendo a versão mais grave, muitas vezes fatal , a dengue hemorrágica. Além de provocar a dengue, o mosquito também é responsável, pela febre amarela. No ano passado, mais de 390 mil casos foram registrados. As regiões de maior risco são as imediações do Rio Pinheiros, que tem condições ideais para a proliferação do mosquito.
A Secretaria Municipal da Saúde, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em parceria com entidades como o Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, que faz o monitoramento e avaliação dos resultados, está aplicando inseticida nas margens e roçando a vegetação marginal. Os condomínios e moradores da região devem participar no combate à proliferação dos insetos. Evitar excesso de vegetação nas áreas comuns, águas paradas e plantas, embora de alto valor decorativo como as gardênias e dracenas, retêm água nos vãos de suas folhagens.
Dr. Alfredo Mimessi