HOME  |  QUEM SOMOS  |  CONDOMÍNIOS  |  OBJETIVOS  |  "DE OLHO NO BRASIL"
 
 
 Água (economia de água)
 Água (vazamento)
 Animais
 Bombas
 Clube Paineiras
 Contru - Ficam
 Cupim
 Cursos e Eventos
 Defesa do Consumidor
 Dengue
 DIREITO DE AÇÃO
 Dissidio Coletivo (2002)
 Dissidio Coletivo (2003)
 Dissidio Coletivo (2004)
 Dissidio Coletivo (2005)
 Dissidio Coletivo (2006)
 Dissidio Coletivo (2007)
 Dissídio Coletivo (2008)
 Elevadores
 Envidraçamento
 Húmus de Minhoca
 Inadimplência
 Incêndio
 Jardim
 Jovens Internautas
 Lazer e Turismo
 Limpeza e Desinfecção de Caixas D'Águas Potáveis
 Pára - Raios
 Perigos das Antenas
 Poluição
 Qualidade de Vida
 Reciclagem
 Revitalização da Fachada
 São Paulo Melhor Já?
 Saúde Ocupacional
 Segurança
 Síndico
 Veneno Doméstico
 Vidros
 Anunciar no Guia
 

seta CAMPANHA   DE  SEGURANÇA   -    PÁRA- RAIO

Um dos sérios problemas existentes nos condomínios, despercebido pelo síndico ou seus responsáveis, ocorre no Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas – SPDA -, Pára-Raio.

A partir deste mês, com as chuvas, os Pára-raios devem estar em perfeito funcionamento para receber os surtos de raios e impedir que ocorram graves prejuízos materiais e pessoais, muitas vezes fatais, que implicam na responsabilidade civil e criminal do síndico.

Aparentemente simples, o Pára-raio é um equipamento complexo. Tanto para a sua instalação ou manutenção, exige profissionais habilitados e mão de obra especializada.

A instalação do Pára-raio depende de um projeto para indicar o dimensionamento necessário para garantir a proteção adequada.A eficácia do projeto está sujeita a sua correta execução.

Franklin foi o primeiro Pára-raio instalado nos condomínios, seguido pelo Pára-raio Radioativo, Gaiola de Faraday e, atualmente, utiliza-se a própria estrutura do prédio.

Os surtos de raios são caracterizados como pulsos de altíssima freqüência. O Pára-raio deve estar apto a absorver essas descargas elétricas.

Portanto, todos os componentes do Pára-raio devem estar em perfeito funcionamento : o Sistema de Captores, Descidas e o Aterramento

A legislação é abrangente e minuciosa.

Para ilidir a responsabilidade, anualmente ou quando desconfiar que o sistema não esteja atuante, deve-se verificar as conexões, emendas, a fixação dos condutores, procedendo-se as medições elétricas.

A cada três anos, examinar a oxidação dos condutores, substituindo os que estiverem muito oxidados e/ou realizando uma limpeza, principalmente, nas conexões e emendas.

Dúvidas que devem ser esclarecidas :

1ª – O Projeto do Pára-raio do meu prédio foi dimensionado adequadamente ?
2ª - O Projeto foi corretamente executado ?
3ª – O Projeto foi atualizado ?
4ª – O Sistema está atuante e foram feitas as revisões anuais ?
5ª – O Condomínio possui Laudo Técnico de Conformidade ? *


Dr. Alfredo Mimessi



PÁRA – RAIO RADIOATIVO

O princípio técnico original do captor radioativo é ionizar o ar e provocar um canal de fácil descida para o raio. Este princípio é questionável, porque, as emissões alfa não são suficientes para provocar este fenômeno, não ficando tecnicamente comprovada a sua eficácia. Além disso, apresentam graves indícios de corrosão mecânica, estando sujeitos a vazamento do material radioativo.

A Resolução n.º 4, de 19 de abril de 1989, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), visando também evitar a proliferação e uso de substâncias radioativas, proibiu os pára-raios radioativos.

Os ainda instalados, tratando-se de rejeitos radioativos, devem ser desativados e obrigatoriamente depositados no CNEN.

A retirada do Pára-raio, entretanto, deve seguir um padrão estabelecido pelo CNEN, em virtude do alto risco de containação radioativa.

Dr. Alfredo Mimessi





















ABRACOND Associação Brasileira de Condomínios, Sindícos e Empresas Afins
atendimento@abracond.org.br - (11)3758-0314